sexta-feira, 3 de junho de 2011

Vlog, mas uma possibilidade de comunicação ou propaganda barata?!



O que mais me impressiona na internet é a possibilidade de cada qual com um mínimo de conhecimento sobre uso de computadores, equipamentos eletrônicos e até da própria língua, podem quando quiserem e onde quiserem( claro com o acesso a internet ) postarem seus vídeos que expõem opiniões, eventos do cotidiano, algum flagrá engraçado que podem ser acidentes, escorregões, até mesmo brigas quando bem contextualizadas perdem seu viés trágico se transformando em cômico.

Esse tipo de prática que está atrelada ao advento da tecnologia em nosso país, que nos últimos anos têm vivenciado um fenômeno que ultrapassa o simples acesso a tecnologia, chamada distribuição de renda, mas esses também não é o assunto principal deste post. Então voltemos aos vlogs, o"Videoblogue (Videoblog, Videolog ou Vlog) é uma variante de weblogs cujo conteúdo principal consiste de vídeos.

Com estrutura geralmente similar à de weblogs e fotologs, possui atualização frequente e constitui-se como um site pessoal, mantido por uma ou mais pessoas. Os vídeos são exibidos diretamente em uma página, sem a necessidade de se fazer download do arquivo. Videologger é o termo utilizado para identificar produtores de vídeo pessoais para internet, similar ao termo videomaker, com o diferencial que suas produções tem como objetivo principal a exibição via web.O primeiro registro de vlog na internet data do começo do ano de 2000, criado por Adam Kontras.[1]Em fevereiro de 2005, foi lançado o site americano YouTube, que se tornou um estrondoso sucesso internacional e teve grande impacto na popularização dos vlogs."(http://pt.wikipedia.org/wiki/Videoblog).

Então como se trata de um canal de publicização de interesses e opiniões pessoais, o vlog é geralmente utilizado, pois está na moda na internet, para propagação de opiniões sem fundamentação teórica, empírica, que se baseiam em porcentagens minimamente duvidosas, enfim, esta ferramenta que poderia cumprir um papel social e educacional é utilizado para propagandear preconceitos, percepções equivocadas, divulgar uma informação vaga e que pouco poderia acrescentar no conhecimento comum.

Vejo esses vídeos se multiplicarem na velocidade em que são descartados, desse modo da para perceber a sua pseudo-validade. Nada contra que produz seu vlog, apenas sou desfavorável politicamente aos discursos levianos que são reproduzidos, tais como, o fim do Estado moderno como neste vídeo http://www.youtube.com/watch?v=Q4rEJr3sUO8 que além de ser fraco conceitualmente tem um caráter bem "direitoso" sai em defesa dos consumidores, porém o que eu vejo é uma apologia ao Estado mínimo. Outro tipo de vídeo que me incomoda bastante são aqueles que trazem explicações sobre relacionamentos e sobre os gêneros sexuais. "Véi" quem são essas pessoas que se acham capazes de formar leis gerais para gêneros sexuais, quem essas garotas e garotos tem em mente quando falam dos relacionamentos. Não dá para tratar uma questão séria como relacionamento afetivo, com argumentos, da novela das sete ou do fantástico, essas questões são muito complexas, pois são um microcosmo da sociedade. Essa semana vi um vídeo que me deixou bastante tenso, por isso vou posta-lo para todos verem do que estou falando.


Rafael Barros

Vigiar e Punir

http://www.youtube.com/watch?v=HOkh4ia4Znk

Vídeo sobre Vigiar e Punir,  que ilustra bem o que nos estudamos anteriormente...  vale apena ver!
Sara Liz G. Cararo

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Comentários sobre a Terceirização dos Hospitais Públicos

Recentemente o Governo de Goiás tem manifestado a intenção de terceirizar os hospitais públicos do Estado, hoje (02/06/2011) às 12h24 a Assembléia Legislativa do Estado de Goiás divulgou em seu site a notícia de que será realizada uma audiência pública para debater o tema, segue a notícia completa:

"A Assembleia Legislativa, por iniciativa do deputado Helio de Sousa (DEM), realiza nesta terça-feira, 7, audiência pública para debater a contratação de Organizações Sociais para administrar unidades hospitalares no Estado de Goiás. O encontro terá lugar na Sala Solon Amaral da Assembleia a partir das 9 horas.

Com o intuito de discutir sobre o tema, foram convidados para o debate, o secretário estadual de saúde, AntonioFaleiros Filho; o diretor executivo do Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (CRER)SérgioDaher; e a administradora do Hospital de Urgências Dr. Henrique Santillo em Anápolis (Huana), a irmã franciscana, Rita Cecília Coelho.

As Organizações Sociais de Saúde (OSS) representam um modelo de parceria adotado por governos para a gestão de unidades de saúde. No Estado de Goiás um exemplo deste modelo de gestão é o CRER, que funciona sob a regência desta relação entre Estado e iniciativa privada.

Conforme a Lei 9.637/98, que trata das Organizações Sociais, a gestão do CRER foi atribuída à AGIR – Associação Goiana de Integralização e Reabilitação, uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social. O Estado acompanha e fiscaliza o processo de administração da coisa pública, por meio de um “contrato de gestão”, o qual contempla metas e indicadores de produção."

Numa breve análise podemos constatar que a saúde pública passa por sérios problemas de gestão, uma vez que não se pode dizer que não existe dinheiro para o setor. Segundo dados do site da transparência de Goiás, o Estado gastou em 2010 aproximadamente R$ 1,57 bilhões em saúde, ou seja, o gasto ocorreu, mas por que o serviço de saúde é tão precário? A resposta está na gestão desses recursos. O Estado é considerado pelo mercado "um mau pagador" e o mau pagador compra caro, pois os preços incluem o custo da inadimplência. isso, sem falar na extrema burocracia estatal que provoca grandes atrasos nas compras de medicamentos e insumos hospitalares.

A terceirização dos hospitais, se bem feita, poderá promover uma revolução nos serviços de saúde. O contrato de gestão deverá estabelecer principalmente metas de resultado, de forma que a gestão seja avaliada segundo a melhoria da prestação do serviço e consequentemente da qualidade de vida dos cidadãos. Os indicadores devem ser medidos por instituições isentas da influência política e a administração fiscalizada não apenas pelas instituições públicas (Tribunal de Contas do Estado e Ministério Público), mas também por organizações não governamentais independentes.

Por outro lado, se o processo não for bem modelado, teremos apenas um produto de marketing governamental em detrimento prestação do serviço à população necessitada.

Almerinda Aguiar Pereira

VÍDEO DO PROFESSOR PEDRO DEMO FALANDO SOBRE A EDUCAÇÃO


BOA NOITE,

ESTAVA PASSEANDO PELA INTERNET E ME DEPAREI COM UM VÍDEO DO AUTOR QUE ESTUDAMOS PROFESSOR PEDRO DEMO,  FALANDO SOBRE A EDUCAÇÃO, ONDE PEDRO DEMO AFIRMA QUE QUANDO O ALUNO TEM INICIATIVA PRÓPRIA DE PESQUISAR ALGO, ELE NÃO APRENDE APENAS POR MÉTODOS TÉCNICOS E FORMAIS, NÃO APENAS POR SER "PEDAGOGIZADO", DE FATO, ELE SE DIFERENCIA DOS OUTROS ALUNOS QUE APENAS ESCUTAM AS AULAS, COM ISTO, APRENDE MUITO MAIS, PORTANTO, O ALUNO QUE SE DIFERENCIA É EXATAMENTE O ALUNO QUE FAZ PESQUISA. PESQUISA É UMA BELA MANEIRA DE FORMAR E DE EDUCAR.
NESTE VÍDEO, PEDRO DEMO TAMBÉM AFIRMA QUE DEVEMOS ARGUMENTAR MAS COM O INTUITO DE SABER QUE NÃO É O DONO DA VERDADE, COM ISTO, CITA O AUTOR HARBERMAS A FRASE: "A FORÇA SEM FORÇA DO MELHOR ARGUMENTO". SABER ARGUMENTAR SIGNIFICA TAMBÉM SABER ESCUTAR A OPINIÃO DO OUTRO, SABER SE COLOCAR NO LUGAR DO OUTRO, NÃO SER ETNOCENTRISTA, POIS NÓS SERES HUMANOS TEMOS A TENDÊNCIA DE OLHAR PARA O OUTRO ATRAVÉS DOS NOSSOS OLHARES, NOSSOS VALORES E NOSSAS OPINIÕES, FAZENDO ISTO, TAMBÉM ESTARÁ DENTRO DE UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA, NÃO VER O OUTRO COMO DOMINADO MAS SIM COMO PARCEIRO.

VALE APENA VOCÊS VEÊM.
VÂNIA LOPES




Sociologia e Arte

Semestre passado li um artigo de Robert A.Nisbet, que é um sociólogo americano que defende que a arte e a ciencia caminham juntas.Em seu artigo “A Sociologia como uma forma de arte“ o autor inicia especificando seu ponto de vista quanto a sociologia como uma forma de arte.Ao dizer que temos hábitos de tratar a ciência como se ela fosse substantiva e psicologicamente diferente da arte, confirma com exemplos de que arte e ciência são mutuas, como Leonardo da Vinci.
 Uma descordância quanto a isso é que a ciência procura esclarecer o que é fato, e quanto a arte, ela procura expor meio que o abstrato, o sentimento.
 Quanto ao método cientifico expõe o americano, que ciência flui de sistematização prontas, enquanto a arte flui expontaneamente sem “regras”. Ao dizer “ Qualquer forma de arte que é seria,o romance, o o poema ou a pintura, preucupa-se, primeiro antes de tudo com a realidade(...)”, isso não me parece ser muito de concordar, porque essas artes tratam a realidade como outra esfera,que existe, mas porem não querem estar nela pelo fato de que a realidade querendo ou não é sistematizada,acabam formando um universo paralelo , para que possam se refuigiar e criar suas artes com mais sentimento.Enquanto a ciência trabalha com o real,com o que tem em ”mãos”.
 O artista busca sua compreenssão no irreal, o cientista no real.Quanto o autor cita Eugene Rabinowitch, concordo quando diz que o artista é o individuo mais sensível da sociedade, sim, nesse ponto a arte e a ciência são paralelas, juntas uma da outra,pois o cientista tem que ter tal sensibilidade para captar e produzir teorias e tenta prova-las buscando meios , teóricos mas reais, afinal esse é um dos deveres da ciência.
 Quando fala das metodologias quantitativas, só que ate que ponto isso seria viável? Pelo fato de que a sociologia trabalha com casos, e ate que ponto a escolha do caso seria representativo. O autor diz que a sociologia é revoltada com a visão racionalista, dando a entender, que é uma  visão fechada do homem e da sociedade. Afirmando que a imagem sociológica surge de visões abrangentes apelos na arte romântica, o que seria uma distorção da imagem sociológica, porque os apelos românticos são apelos que buscam algo distante, na maioria das vezes algo platônico.   Mas em algum se pode concordar quanto a sensibilidade de captar a mais simples e imperceptível ação.
 Ao dizer “ Em algum lugar, Weber relaciona seu próprio conceito de racionalização á visão mais antiga do poeta Schiller do ‘desencantamento do mundo’. Ele foi sincero e preciso.Tocqueville, Simmel e Durkheim poderiam muito bem ter feito da mesma maneira.”, percebo , penso que ao comparar dessa forma, traz uma distorção a respeito da sociologia, pois entra em contradição,esses autores então estariam errados em não comprar seua conceitos com poesias?  Conceitos são fundamentados em estudos, a poesia por mais bonita que seja é algo que é fundamentado no sentimento.
 Para defender que a sociologia e a arte tem grandes afinidades, é que a sociologia e arte tem o plano de fundo as ordem social, os dois expressam ,mas de formas diferentes, o artista expressa com sua forna de arte ,na poesia, na pintura, nas esculturas e etc. O cientista se expressa nos seus estudos, nos conceitos, teorias , hipóteses.Um contrapondo é que o artista apenas expressa de alguma maneira o que pensa do mundo, o que esta sentido.O cientista procura respostas.
 Toda releitura e válida, sempre vai haver novas coisas a serem vistas, ate mesmo porque o mundo e suas visaoes estão em constante mudanças.Na parte IV ele separa a arte, faz uma diferença entre a sociologia e a arte que é uma forma de comunicação.Mas em compenssação  logo após afirmar que ambas operam o mesmo tipo de imaginação criativa , vem uma dura critica quanto a ametodologia sistematica, faz com que imaginamos algo que vai ser sempre do mesmo jeito, mas se formos analisar, temos então que estes são clássicos,sao coisas pensadas, feitas, que ninguem conseguiu fazer anteriormente, e que adiante, tentamos entender.Por isso essa metodologia, e o que se faz na sociologia não é isso, possui metodos variados, como a arte, mas que se desistematisar algo ira sair errado.O cientista social não é maquina, so trabalha com uma base sólida, não que isso seja definitivo, mas a base e suficiente para acompanhar algo que está em constante mutação.
 O autor passa a impressão de que é a favor da arte e contra a sociologia, devido as suas sistematização, a propria sociedade é sistematizado, pode mudar algumas coisas, mas a base, a essência é a mesma. Na sociologia não dá para ser criativo, tem que ser perceptivo, e critico a ponto de saber o que esta acontecendo, mesmo que na arte tambem tenha que ser perceptivo, mas é uma percepção sentimental, do abstrato.
 Não que a arte não seja validar, a arte tem seu valor, mas trata uma ciência como arte, tenho que não seja uma comparação muito certa, como disse antes, a ciência tem seu objeto real,, sua “inspiração” é real, é algo que se contradiz, enquanto a arte lida com o abstrato sentimento.Isso claro, uma opnião minha!


Jésse Kalein

Escolas da Grande Goiania : Comentário sobre a reportagem sobre IDEB do Jornal Nacional 19/05

Olá Maria Aparecida,
Recebi por colegas da educação esta carta que dá um enfoque diferenciado a questão e penso eu depois de lermos podemos ter perspectivas diferentes da apresentada anteriormente ou pelo menos fazer ponderações. Segue o conteúdo:

Esta carta foi enviada por e-mail a redação do JN, da qual estamos esperando por uma resposta ou explicação da referida reportagem.

   
    Bom dia!
   
    Sobre a reportagem do JN no Ar, exibida ontem, dia 19/05, que mostrou o perfil de duas escolas, da rede municipal, visitadas na grande Goiânia, quero neste contato, declarar a minha inquietude e indignação. Sou professor há pouco mais de um mês na Escola Municipal Maria Araújo de Freitas, na modalidade de educação para adolescentes, jovens e adultos no turno noturno. Ao assistir a matéria com meus colegas do turno noturno ficamos chocados, pois foi polêmica, tendenciosa e irresponsável.
    Polêmica porque não ficou claro para os telespectadores o que é IDEB, como a análise é feita, porque o IDEB foi o mais baixo do Centro-Oeste, quais as projeções das unidades escolares feitas pelo MEC em cada modalidade; não teve análise do perfil do público, não foi mostrado que o IDEB é um indicador estatístico e que nasceu como condutor de política pública pela melhoria da qualidade da educação e que sua composição possibilita não apenas o diagnóstico atualizado da situação educacional, mas também a projeção de metas individuais intermediárias rumo ao incremento da qualidade do ensino. O IDEB não existe para taxar a escola como melhor ou pior.
    Tendenciosa porque fizeram questão justificar os termos “a melhor” e “a pior” exibindo em letras garrafais os salários pagos aos professores das duas escolas com diferença de R$500,00 exibindo a professora Gisele como muito bem paga com salário de R$1.600,00, numa escola visivelmente bem estruturada e outra professora numa escola “simples”, com salário de R$1.100,00; comparou a gestão e o corpo docente das duas escolas, colocando uma de comprometida e a outra então seria o que? Irresponsável? Foi tendenciosa sim porque o Brasil soube que uma das gestoras já administra a escola há 8 anos, mas não perguntaram há quantos anos a professora Suzy é gestora; colocou que uma escola é de bairro pobre e a outra? É de bairro nobre? Quem disse isso? Não perguntaram como era a escola de pior IDEB em 2009, ano em que a avaliação externa foi aplicada. Se tínhamos alunos traficantes ou usuários de drogas, indisciplina estabelecida, falta de recursos, uma metodologia fracassada em toda a rede, professores mal pagos, prédio e equipamentos surrupiados.
    Foi tendenciosa sim, William Boner, pois o salário pago é o mesmo, só que esqueceram de perguntar porque a professora que ganha o miserável salário de R$1.600,00 fez e faz para consegui-lo: como ser aprovada em concurso público, estar na rede a mais de 20 anos, ter feito pós-graduação, cursos de formação continuada e o pior dobrar a carga-horária que chega a 60 horas semanais; e não existe diferença salarial na rede municipal de Goiânia, existe diferenças de conquistas, inclusive se o professor é concursado ou contratado temporariamente.
    Foi tendenciosa, pois vocês justificaram o melhor e o pior IDEB comparando a parte física da escola e que uma melhor que a outra por problemas de gestão, o que foi mostrado como uma estrutura boa é resultado de conquistas da gestora (que está na função porque foi eleita por voto secreto e direto, num processo eleitoral transparente e democrático), na manutenção realizada pelas funcionárias da limpeza, por mutirões feitos pela comunidade e outras lutas.
    O tema do JN no Ar é a base da vida – a educação – mas a reportagem foi irresponsável e inconsequente, pois foi feita com base em resultados de 2009 e esqueceram que existe uma comunidade dentro e em torno da escola, são alunos, pais, professores, vizinhos – comunidade esta que está sofrendo as conseqüências, sendo taxada de “burra”, de “escola fraca” e outros termos pejorativos mais. O IDEB apresentado é da prova de 2009 e o ano em curso é 2011, então, considero sim, a reportagem irresponsável, porque uma gestora que está no comando da escola em menos de 2 anos não pode ser taxada de descomprometida em detrimento de outra que dirige a escola há 8 anos; Irresponsável porque temos alunos matriculados nos três turnos e estes já estão sofrendo com bullying, sendo chamados de burros, que estudam numa escola ruim, que a escola vai fechar, e acredito que não, pois na aula após a reportagem ouvi os alunos dizerem com tristeza que não vão pedir transferência, pois consideram a escola um refúgio, são tratados com muito carinho e respeito, alimentam bem, os professores demonstram responsabilidade, compromisso e acreditam na capacidade de cada um.
    Irresponsável porque passaram a bola e a responsabilidade da qualidade de ensino apenas para o professor e ainda exibiu salários de R$1.100,00 e R$1.600,00 como se os professores fossem muito bem pagos em um país em que um deputado federal analfabeto e palhaço recebe pelo menos R$ 98 728,08. Além dos vencimentos, tem R$ 50 815,62 para pagar os assessores, mais R$ 4 268,55 para despesas postais e telefônicas e verba de transporte aéreo que oscila entre R$ 4 253,91 e R$ 16 938,44.
    Isso sem contar as despesas médicas, todas reembolsadas, o direito a publicações, o material de escritório, apartamento funcional, carro de luxo com motorista, segurança e as despesas comuns de manutenção da Câmara.
    Gostaria de saber em que a reportagem contribui para a melhoria da qualidade de ensino, em que colaborou para elevar a autoestima de toda uma equipe de uma escola que luta para melhorar o fazer pedagógico.
    Repudio a reportagem por não respeitar o processo democrático nas escolas e de desconsiderar os anseios da comunidade escolar.
                        Este é o meu parecer.
 assina o professor  
                                                               Arivaldo Alves Vila Real

Postado por DILMA MARIA

sábado, 28 de maio de 2011

Concurso Público Secretaria de Educacão do Município de Senador Canedo

No fim de semana passado (22/05/2011) foi realizado o Concurso Público da Secretaria de Educacão do Município de Senador Canedo. Para os que não ficaram sabendo e ainda não tiveram oportunidade de dar uma olhada na prova de "agente educacional", o tema da redacão foi o seguinte: Educacão: um meio de ascensão social e/ou de satisfacão pessoal?
Poder-se-ia escolher entre um artigo de opinião, no qual o autor deveria defender as posicões favoráveis à educacão como forma de ascensão social e ao mesmo tempo como meio de satisfacão pessoal; ou uma carta ao leitor, na qual deveríamos nos posicionar como um estudante de escola pública e relatar o que de fato significa a educacão para ele.
Dentre os textos da coletânea, houve um que fez referência ao vestibular: Jovens buscam a satisfacão pessoal na hora de escolher a profissão. Este me instigou bastante... me pareceu um tanto quanto incoerente, principalmente pelas discussões que fazíamos em sala acerca do texto do Pedro Demo.

Achei o tema muito provocativo... e está muito relacionado com as nossas discussões em licenciatura.

E vocês, o que acharam deste tema???

Kárita Segato