quinta-feira, 9 de junho de 2011


É a educação que garante a continuidade da vida social bem como sua renovação, ela é quem garante a construção de uma gama de conceitos que através do processo de comunicação se faz possível partilhar os significados gestados coletivamente (Dewey). Assim, se a linguagem media nossa relação com  e no mundo, nos jovens em especial é fácil perceber a “criação” ou resignificação desta e assim perceber como eles seguem fazendo, refazendo ou fortalecendo suas redes de relações. Dito isso, pergunto: podemos chamar a criação de uma linguagem juvenil de “Educação”?

quarta-feira, 8 de junho de 2011

RETRATO EDUCACIONAL BRASILEIRO





Estas charges retratam bem a realidade da educação no nosso país sob vários aspectos. É um norteador para se repensar sobre o espaço e as práticas educacionais. Para se mudar a realidade é necessário mudanças imediatas.

Lady Tatiane

terça-feira, 7 de junho de 2011

Inclusão – um recurso para trabalhar princípios em sala de aula.


Inclusão – um recurso para trabalhar princípios em sala de aula.
A Lei de Diretrizes e Bases de 20 de dezembro de 1996 é bem clara em seu parágrafo único: “o Poder Público adotará, como alternativa preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com necessidades especiais na própria rede pública regular de ensino”.

Ou seja, hoje é obrigação das escolas da rede pública incluir o aluno portador de deficiência em uma sala de ensino regular. A inclusão é um princípio que causou muitas polêmicas: Como um aluno que possui algum tipo de deficiência poderá acompanhar os demais? Como o professor irá lidar com o incluso se não possui experiências, tampouco formação?

Apesar de tantas dúvidas que ainda assolam o universo educacional, temos certeza de uma coisa: o aluno dever ser incluso. O educador sabe que aquela criança vai exigir dele maior preparo, cuidado e maior atenção no ensino e pensa: se fosse para cuidar de um só não haveria problema, mas como educá-lo de uma maneira correta com mais trinta, quarenta em sala? Alguns docentes se revoltam em pensar que não poderão educar aquela criança da maneira devida e não há nada que eles possam fazer a esse respeito.

Contudo, como educadores, temos que trabalhar a mente e o coração a respeito desse fato, ao invés de continuar questionando as autoridades que tomaram tal decisão. E nos atentar para o que de fato possa promover maior integração entre os alunos e aproveitar a situação para trabalhar certos princípios educacionais, como o preconceito, a tolerância, o respeito, as diferenças, o companheirismo.

O professor pode pesquisar experiências de colegas que deram certo, trocar idéias e informações com a direção e coordenação, deixar claro aos alunos que atitudes preconceituosas não são toleradas na sua sala, receber o aluno com carinho e confiança, incentivar o aluno com deficiência para despertar a criatividade e o interesse em aprender, se possível reservar um tempo específico só para o aluno, mostrar aos pais como o aluno é querido na sala e bem tratado, passar informações aos pais.

As práticas apontadas acima ajudam o educador a realmente incluir o aluno em sala e proporcionar a ele um ambiente tranqüilo e receptivo.
Por Brasilescola

Incluir é difícil, mas não podemos ignorar esse fato, os alunos portadores de qualquer necessidade especial não deve ser deixado de lado, pois como dizem: A educação é um direito de TODOS, todos mesmos,  diante disso é preciso que a escola que recebe o aluno com problemas especiais deverá portanto incluí-lo de alguma forma, sei que pode ser difícil, que a escola pode não ter condições, nem estrutura, mas, se a escola não começar a fazer a sua parte, como que um portador de deficiência poderá conseguir ser incluído lá fora, a escola tem um papel fundamental na inclusão.
Sara Liz

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Goiás República: A Educação sujeita aos interesses oligárquicos.




Os  mecanismos de funcionamento de pacto oligárquico era o que predominava na política local e brasileira durante toda a Primeira República.
Intelectual com certo nível de escolarização exercia papel significativo. A educação= instrução, correspondia a poder. No entanto, como Goiás era um Estado basicamente agropecuário, a força política estava na manutenção do sistema dos proprietários de terra, que controlavam e manipulavam as eleições indicando a representação política, no âmbito municipal, estadual e federal. 
A formação de novas agremiações, rupturas  e dissidências no interior das oligarquias marcaram as disputas políticas desse período. E os nomes das famílias iam se revesando no poder: Bulhões, Xavier de Almeida, Caiados...
No  âmbito da educação, esse período retrata como desde o início a preocupação está não focada em construir uma estrutura educacional sólida. Pois o objetivo era de reorganizar o Estado para consolidação da República e como a Constituição de 1893 deixa ao encargo dos Estados a organização da instrução pública através da  Lei n°38, de 31/06.Tentou se  observar, porém  como a história mostra, com muito descaso.
Nesta lei já se estabelece o Ensino Leigo, gratuito e obrigatório para crianças de 7a 14 anos. Era considerado porém, que este ensino fosse proporcionado também em casa, o que era muito corriqueiro. As famílias se preocupavam muito com a possibilidade de na escola ter influencias contrarias a educação que recebiam em casa, principalmente quanto às moças.
Com a troca  de governo a preocupação principal era deslocar e desenraizar elementos ligados ao governo anterior e que ocupavam cargos estratégicos .
Com essa prática a Academia de Direito sofreu fechamento pouco tempo depois de ter sido instalada. E a escola Normal, entidade pública, neste contexto político também passa por instabilidades no funcionamento. Esse fato agregado com outros problemas, entre eles a freqüência mínima, a escola ser mista ( meninos na mesma sala de meninas) e a carência de professor, faz com que o governo veja na escola particular confessional católica a oportunidade de um ensino de maior consistência, estabilidade e nos moldes da virtude de moralidade afinados com os das famílias tradicionais. Assim surge os colégios: de São José(1910) em Formosa, da comunidade Dominicana, que teve seu curso equiparado a Escola Normal oficial em 1921, e em 1929 foram diplomadas 16 normalistas; o colégio Santa Clara 1922 em Campinas, hoje bairro de Goiânia; e em 1923 o Estado subvencionava as seguintes escolas particulares:Faculdade de Direito, Escola de Farmácia, Seminário Santa Cruz, Sagrado Coração de Jesus, Nossa Senhora da Consolação, de Rio Verde, Sagrada Família de Catalão, Santa Cecília de Morrinhos,Conceição de Pirinópolis, Atheneu de Luziânia,Colégio Novais de Jataí, e o Seminário de Porto Nacional.
A década de 20 marca a inserção de Goiás na economia capitalista do país, certo que de forma periférica como sua produção é agropecuária, mas como o desenvolvimento econômico ocorre, também o aumento da população, e aumenta se a procura pela educação escolar.
Nesse período o governo estava sob a oligarquia Caiadista, que levados pela necessidade aumentam significativamente o número de vagas tanto primárias quanto secundárias. Nesta última  a expansão se deu fundamentalmente na iniciativa particular.
Em termos educacionais Goiás reconhecia a hegemonia de São Paulo  adotando a tendência  Escolanovista.
Em 1925 ocorre a Reforma do Ensino e se estabelece o controle político e ideológico de estudantes e professores pela criação da cadeira de Instruçaõ Moral e Cívica no ensino primário e secundário.(CANEZIN e LOUREIRO, 1994, p. 60 ).
Em 1928 com os rearranjos da eleição e o governo um pouco mais estruturado com relação a oposição aos Caiados, passou se a criticar o campo educacional principalmente quanto a baixa remuneração dos professores. Salientavas se  a necessidade de formação do professor e se fazia um apelo ao espírito de apostolado , como uma missão a de educador.
Interessante perceber como salienta Canezin e Loureiro, que a publicização da educação escolar não foi generalizada, houve sim um aumento do ensino elementar  enquanto no ensino secundário,  normal e superior a expansão foi por via  da escola particular confessional. As autoras chegam a citar que “O estado manteve a Escola Normal Oficial mais  para servir de parâmetro regulador do funcionamento das escolas particulares do que para atender as necessidades de formação de novos profissionais.”

CANEZIN, M. T. & LOUREIRO, W. N. Goiás República: A Escola Normal e os Interesses Oligárquicos. In: A Escola Normal em Goiás. Goiânia: Editora da UFG, 1994, Coleção Documentos Goianos – 28.
Com este olhar retrospectivo creio que vários pontos afloram no pensamento quanto à comparação com a atualidade,  seja no que se perpetua seja no que possa haver de diferencial.
Dilma Maria

Valorizando as Diversidades

Cada pessoa é importante e possui sua forma peculiar de ser. Na escola, com crianças e adolescentes, não é diferente, pois cada um traz consigo uma bagagem cultural adquirida através do contato com a família, bem como com outras pessoas do seu meio social.
Os professores podem valorizar esses conceitos pré-existentes, dando oportunidade dos alunos demonstrarem seus conhecimentos prévios, sua cultura, dentre outros, abrindo espaços de discussões e vivências concretas.
As diferenças raciais podem ser estudadas pelo grupo onde cada um pesquisa sobre a raça do outro, a fim de descobrir a história daquela civilização, os costumes e suas tradições.
Na sala de aula o professor pode propor a apresentação em forma de murais, exposição dos trabalhos de pesquisa, além de experimentá-la através de pequenas peças teatrais.
Confeccionar materiais e fazer um acervo com estes também é atividade interessante, pois os alunos têm a oportunidade de ter contato direto com outras culturas. A diversidade dos cabelos pode ser explorada na confecção de perucas, feitas com materiais simples, mas que darão um efeito bem próximo ao real. Encha um balão e cubra-os com uma camada grossa de jornal e cola. Após seco, corte ao meio, obtendo assim duas partes que servirão como a base para se colar os cabelos. Estes podem ser feitos com lãs de aço, lãs de cores variadas como amarela, marrom, preta, ou cabelos sintéticos que são comprados prontos para ficar mais parecido com o aspecto natural. Roupas e acessórios também podem ser feitos através de materiais bem simples e reciclados.

Diversidade Cultural – valor necessário na sala de aula
Uma outra forma de se valorizar as diferentes culturas é levantar uma pesquisa dos jogos de cada uma delas. Existem jogos advindos da África, Irlanda, Japão, China, Índia e várias outras localidades. Os jogos também poderão ser confeccionados pelos alunos, proporcionando, além de uma aula bem agradável, momentos prazerosos ao utilizá-los na sala de aula.
A culinária também é uma forma de se descobrir as diversidades culturais. Aulas práticas são bem aceitas pelos alunos, pois proporcionam o desenvolvimento de um trabalho nas diversas áreas do conhecimento como a matemática – através das medidas, de química – com as misturas dos diferentes ingredientes, de português – com a escrita da receita ou de relatórios explicativos do desenvolvimento da atividade.
É bom lembrar que aulas interativas proporcionam um aprendizado eficaz não somente de conteúdos escolares, mas de experiências sociais que ficam por toda a vida, como: produzir diversos objetos, usar da criatividade e aprender a lidar com o próximo de forma respeitosa.
Fonte: Equipe Brasil Escola

As crianças entram em contato com a diversidade principalmente ao entrarem na escola, e é lá que ela deverá ter que ser aprofundada em peso, as diferenças étnicas se forem debatidas desde o incío da vida escolar do aluno,  eles poderam se transformar em  seres humanos menos racistas e preconceituosos ...

Sara Liz G. Cararo

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Anotações da Palestra do Professor Pedro Demo (vídeos postados no meu comentário anterior)


Anotações da Palestra do Professor Pedro Demo (vídeos postados no meu comentário anterior)
 Nesta palestra, Pedro Demo discute duas referências para o futuro: Educação Integral e Aprendizagens Virtuais.
Para iniciar esta discussão, Pedro Demo afirma que não se deve encaixotar nas cabeças dos professores apenas as teorias já existentes, mas cada professor deve ter a iniciativa de produzir a sua própria teoria a parir das análises e teorias já existentes, fazer teorias em cima de outras teorias e com isto, teremos reconstruções de teorias, a partir daí teremos uma misturas de teorias, ou seja, textos já existentes como dos autores Paulo Freire, Sócrates, Platão, dentre outros. Porém estas misturas não podem ser meramente reproduções de textos já existentes, mas uma produção própria.
Pedro Demo defende que os professores tenham propostas teorias próprias não unificadas e não uniformizadas, pois assim como aprende que na natureza as formas têm que ser variadas e com isto, é muito importante que as pessoas tenham idéias, origens e interesses diversificados para que possam produzir e não reproduzir o conhecimento e com isto, aprender de maneira diferente. No mundo acadêmico, tanto os alunos como os professores possuem o desejo de produzir conhecimentos, pois na sociedade do conhecimento, a única coisa que interessa é a produção de conhecimento e isto se dá através da Pesquisa. Os países desenvolvidos investem em pesquisas para produzir conhecimentos, portanto, a cópia, a reprodução já não interessa mais. É necessário que o aluno que entra na faculdade ou na Escola, não entre com a finalidade de assistir aulas, mas com o objetivo pesquisar para produzir conhecimento e toda aula para ser chamada de aula tem que ter um produto próprio do aluno de tal maneira que o professor organize esta produção para com intuito de uma melhor avaliação. A avaliação é uma forma existente nos países desenvolvidos para coletar dados precisos e isto se da por meio dos estudos. Demo continua afirmando que no Brasil, há um entendimento de que estudar é um castigo, mas em nos países desenvolvidos, estudar faz parte da vida do aluno.
Para Demo, estudar é produzir sua contra proposta e para isto é preciso ler. Não se trata de copiar isto ou aquilo, nós temos que entender que a leitura é uma forma de aprendizado, quem ler consegue se expressar melhor, consegue construir um texto, fazer uma boa discussão sobre os textos lidos, fazer críticas do que se esta lendo. Hoje, nos vestibulares, o que mais causa temor nos alunos é a redação, mas como fazer uma boa redação se não há leitura, se não houver um mínimo de leituras não conseguiremos produzir nenhum texto ou até mesmo nenhum conhecimento, mas isto tudo acontece porque assim fomos formados em nosso país.
No Brasil não há uma importância como temos em países desenvolvidos uma atenção com qualidade para a nossa educação. Não temos uma cultura de aprendizado desde crianças com um envolvimento maior com os estudos ou com a leitura. Infelizmente, o que vemos são crianças que estão na 8ª série sem saber ler ou até mesmo a escrever, por causa de um sistema, os professores das escolas públicas são obrigados a passarem de ano os alunos independente se estão sabendo ou não os conteúdos aplicados em sala de aula.
Demo afirma que o professor que possui o hábito de estudar sua vida toda tem uma chance de mudar este quadro e não aquele que faz seu curso, exemplo, pedagogia, estuda somente enquanto está em sua vida acadêmica e não volta mais a estudar achando que está pronto. Demo continua afirmando que o papel do professor não é apenas pegar um conteúdo e dividi-lo para dar suas aulas, envolve muito mais que isto, tem que estudar mais para produzir seus próprios conteúdos através das teorias existentes.
O século XXI é o pilar da aprendizagem, pois esta tendo pessoas com vontade de produzir mais através de seus conhecimentos. Para isto, deve-se mudar o patamar ou uma cultura na qual as crianças terão desde cedo, hábitos formados e conseqüentemente, produzirão no futuro, conhecimentos bem melhor.
Entrando no mundo virtual, vemos que podemos adquirir vários textos através da internet, um bom site de conhecimentos tem textos que são aptos a imprimirem e também a serem assistidos através de imagens documentais como por exemplo, um bom filme, alguns com mais de 100 anos, porém são interessantes e suas produções ajudarão bastante ao aprendizado, pois cada vez mais, o mundo virtual esta chamando mais atenção do que textos que podem ser impressos.
Todos podem participar da produção de conhecimentos, desde que estejam dispostos a estudarem e a produzirem através de pesquisas. Demo afirma que descobriu-se que desde o começo, as universidades já falavam destes conhecimentos, pois não se trata de um produto acabado, não se trata de um pacote que pode ser conquistado somente pelos ricos e que cumpria a função de reprodução e não discussão.  Portanto, o conhecimento está aí para ser discutido por se tratar de um produto de discussão que nunca acaba.
Demo afirma que temos que ter uma nova maneira de ver o conhecimento e também, devem-se criar hábitos de democratização do conhecimento para com o objetivo de exercitar o método cientifico. Para isto, há 3 pontos para produção de métodos científicos.
1º O texto tem que ser Neutro: tem que ser feito de uma maneira clara para que todos possam ser lido com calma para se fazer uma profunda avaliação;
2º Não usar a pesquisa original de acordo com a coleta de seus dados, pois a regra de todas as enciclopédias são que devemos fazer um conhecimento a partir dos que já existem, sendo o conhecimento do conhecimento; 
3º Tudo o que se coloca tem que ser verificável, tem que estar em algum lugar para que possa ser testado.
Contudo, milhares de pessoas aprenderam a fazer textos científicos, isto seria um modo de fazer ciências para todos, ou seja, uma forma de organização científica da sociedade do conhecimento.
Demo afirma que a partir de 2003, foi apresentada uma forma nova metodológica de produzir conhecimento, deixando para traz a web de consumos de cópias e reproduções para uma web de quem quer produzir traga algo próprio. Daí surge a idéia de produzir algo que é seu, mas há uma crítica nisto, pois muitos afirmam que não existe algo próprio, tudo já foi criado, mas se tratando de dados enviados para a internet, ninguém é dono de nada, pois tudo é de todos, não há dono da idéia, com isto, na produção de trabalhos escolares, acaba que quando se pega na internet fica muito superficial. Há muitas reclamações das superficialidades dos textos encontrados na internet, pois estamos em meio a uma geração superficial de alunos que não estudam, não querem ler livros de 200 páginas e por isso, pegam os resumos dos resumos feitos na internet.
Para defender a idéia de escola integral ou educação integral, Pedro Demo apresenta 10 pontos:
1º oferta de qualidade: a escola de tempo integral no Brasil resultaria em mudanças do tipo, de manhã seria feito o repasse dos conteúdos e a tarde, seria um investimento nos alunos;
2º professor de qualidade: só um professor diferente faz uma escola diferente pois, seria um professor de qualidade para construção de uma escola de qualidade;
3º aprender a estudar: assim como os alunos, os professores têm que aprender a estudar para a produção de uma boa aula.
4º tempo de estudos: os professores têm que ter tempo para estudar, em países desenvolvido, os professores dão aula em um período e no outro, estudam, com isto, conseguem elaborar melhor suas propostas de ensinos;
 pedagogicamente correta: esta escola teria sua pedagogia com metodologias corretas;
6º tecnologicamente correta: uma escola de qualidade tem que entrar no mundo virtual, no futuro, os alunos terão computadores nas salas de aulas e todos precisam lhe dar melhor com estas tecnologias;
7º novas alfabetizações: para isto inclui habilidades do uso da máquina, pois também poderá produzir conhecimentos e transformar a tecnologia em informações para dar conta do século XXI;
8º habilidades do século XXI: este será o século da era digital e isto ajudará a formação de espírito crítico do conhecimento.
9º todos podem aprender bem; e
10º oportunidades: todos têm direito a aprender bem e a ter oportunidades de estudar numa boa escola para com isto, produzir seus conhecimentos.
Temos sempre que valorizar o mundo virtual, mas não exagerando com as tecnologias existentes. 

Ass: Vânia Lopes

PALESTRA DO PROFESSOR PEDRO DEMO SOBRE A EDUCAÇÃO.







Boa tarde turma,

Mais uma vez venho aqui no nosso blog para enviar a vocês 4 vídeos da palestra do autor e professor Pedro Demos em que estudamos na matéria Teoria Social 2. De fato vale a pena vermos e discutirmos nossa visão desta palestra. Eu coloquei 4 vídeos porque é dividido em Parte 1, 2, 3, 4. Para não ficar muito grande, vou postar outro texto expressando minha opinião sobre esta palestra que eu achei riquíssima. 

Obrigado e até mais.

Vânia Lopes