É
a educação que garante a continuidade da vida social bem como sua renovação, ela
é quem garante a construção de uma gama de conceitos que através do processo de
comunicação se faz possível partilhar os significados gestados coletivamente (Dewey).
Assim, se a linguagem media nossa relação com e no mundo, nos jovens em especial é fácil perceber
a “criação” ou resignificação desta e assim perceber como eles seguem fazendo,
refazendo ou fortalecendo suas redes de relações. Dito isso, pergunto: podemos
chamar a criação de uma linguagem juvenil de “Educação”?
quinta-feira, 9 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
RETRATO EDUCACIONAL BRASILEIRO
terça-feira, 7 de junho de 2011
Inclusão – um recurso para trabalhar princípios em sala de aula.

Inclusão – um recurso para trabalhar princípios em sala de aula.
Ou seja, hoje é obrigação das escolas da rede pública incluir o aluno portador de deficiência em uma sala de ensino regular. A inclusão é um princípio que causou muitas polêmicas: Como um aluno que possui algum tipo de deficiência poderá acompanhar os demais? Como o professor irá lidar com o incluso se não possui experiências, tampouco formação?
Apesar de tantas dúvidas que ainda assolam o universo educacional, temos certeza de uma coisa: o aluno dever ser incluso. O educador sabe que aquela criança vai exigir dele maior preparo, cuidado e maior atenção no ensino e pensa: se fosse para cuidar de um só não haveria problema, mas como educá-lo de uma maneira correta com mais trinta, quarenta em sala? Alguns docentes se revoltam em pensar que não poderão educar aquela criança da maneira devida e não há nada que eles possam fazer a esse respeito.
Contudo, como educadores, temos que trabalhar a mente e o coração a respeito desse fato, ao invés de continuar questionando as autoridades que tomaram tal decisão. E nos atentar para o que de fato possa promover maior integração entre os alunos e aproveitar a situação para trabalhar certos princípios educacionais, como o preconceito, a tolerância, o respeito, as diferenças, o companheirismo.
O professor pode pesquisar experiências de colegas que deram certo, trocar idéias e informações com a direção e coordenação, deixar claro aos alunos que atitudes preconceituosas não são toleradas na sua sala, receber o aluno com carinho e confiança, incentivar o aluno com deficiência para despertar a criatividade e o interesse em aprender, se possível reservar um tempo específico só para o aluno, mostrar aos pais como o aluno é querido na sala e bem tratado, passar informações aos pais.
As práticas apontadas acima ajudam o educador a realmente incluir o aluno em sala e proporcionar a ele um ambiente tranqüilo e receptivo.
Por Brasilescola
Incluir é difícil, mas não podemos ignorar esse fato, os alunos portadores de qualquer necessidade especial não deve ser deixado de lado, pois como dizem: A educação é um direito de TODOS, todos mesmos, diante disso é preciso que a escola que recebe o aluno com problemas especiais deverá portanto incluí-lo de alguma forma, sei que pode ser difícil, que a escola pode não ter condições, nem estrutura, mas, se a escola não começar a fazer a sua parte, como que um portador de deficiência poderá conseguir ser incluído lá fora, a escola tem um papel fundamental na inclusão.
Sara Liz
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Goiás República: A Educação sujeita aos interesses oligárquicos.
Os mecanismos de funcionamento de pacto
oligárquico era o que predominava na política local e brasileira durante toda a
Primeira República.
Intelectual com
certo nível de escolarização exercia papel significativo. A educação=
instrução, correspondia a poder. No entanto, como Goiás era um Estado
basicamente agropecuário, a força política estava na manutenção do sistema dos
proprietários de terra, que controlavam e manipulavam as eleições indicando a
representação política, no âmbito municipal, estadual e federal.
A formação de novas
agremiações, rupturas e dissidências no
interior das oligarquias marcaram as disputas políticas desse período. E os
nomes das famílias iam se revesando no poder: Bulhões, Xavier de Almeida,
Caiados...
No âmbito da educação, esse período retrata como
desde o início a preocupação está não focada em construir uma estrutura
educacional sólida. Pois o objetivo era de reorganizar o Estado para
consolidação da República e como a Constituição de 1893 deixa ao encargo dos
Estados a organização da instrução pública através da Lei n°38, de 31/06.Tentou se observar, porém como a história mostra, com muito descaso.
Nesta lei já se
estabelece o Ensino Leigo, gratuito e obrigatório para crianças de 7a 14 anos.
Era considerado porém, que este ensino fosse proporcionado também em casa, o
que era muito corriqueiro. As famílias se preocupavam muito com a possibilidade
de na escola ter influencias contrarias a educação que recebiam em casa,
principalmente quanto às moças.
Com a troca de governo a preocupação principal era
deslocar e desenraizar elementos ligados ao governo anterior e que ocupavam
cargos estratégicos .
Com essa prática a
Academia de Direito sofreu fechamento pouco tempo depois de ter sido instalada.
E a escola Normal, entidade pública, neste contexto político também passa por
instabilidades no funcionamento. Esse fato agregado com outros problemas, entre
eles a freqüência mínima, a escola ser mista ( meninos na mesma sala de
meninas) e a carência de professor, faz com que o governo veja na escola
particular confessional católica a oportunidade de um ensino de maior
consistência, estabilidade e nos moldes da virtude de moralidade afinados com
os das famílias tradicionais. Assim surge os colégios: de São José(1910) em
Formosa, da comunidade Dominicana, que teve seu curso equiparado a Escola
Normal oficial em 1921, e em 1929 foram diplomadas 16 normalistas; o colégio
Santa Clara 1922 em Campinas, hoje bairro de Goiânia; e em 1923 o Estado
subvencionava as seguintes escolas particulares:Faculdade de Direito, Escola de
Farmácia, Seminário Santa Cruz, Sagrado Coração de Jesus, Nossa Senhora da
Consolação, de Rio Verde, Sagrada Família de Catalão, Santa Cecília de
Morrinhos,Conceição de Pirinópolis, Atheneu de Luziânia,Colégio Novais de Jataí,
e o Seminário de Porto Nacional.
A década de 20 marca
a inserção de Goiás na economia capitalista do país, certo que de forma periférica
como sua produção é agropecuária, mas como o desenvolvimento econômico ocorre, também
o aumento da população, e aumenta se a procura pela educação escolar.
Nesse período o
governo estava sob a oligarquia Caiadista, que levados pela necessidade
aumentam significativamente o número de vagas tanto primárias quanto secundárias.
Nesta última a expansão se deu
fundamentalmente na iniciativa particular.
Em termos
educacionais Goiás reconhecia a hegemonia de São Paulo adotando a tendência Escolanovista.
Em 1925 ocorre a
Reforma do Ensino e se estabelece o controle político e ideológico de
estudantes e professores pela criação da cadeira de Instruçaõ Moral e Cívica no
ensino primário e secundário.(CANEZIN e LOUREIRO, 1994, p. 60 ).
Em 1928 com os rearranjos
da eleição e o governo um pouco mais estruturado com relação a oposição aos Caiados,
passou se a criticar o campo educacional principalmente quanto a baixa
remuneração dos professores. Salientavas se a necessidade de formação do professor e se
fazia um apelo ao espírito de apostolado , como uma missão a de educador.
Interessante perceber
como salienta Canezin e Loureiro, que a publicização da educação escolar não
foi generalizada, houve sim um aumento do ensino elementar enquanto no ensino secundário, normal e superior a expansão foi por via da escola particular confessional. As autoras
chegam a citar que “O estado manteve a Escola Normal Oficial mais para servir de parâmetro regulador do
funcionamento das escolas particulares do que para atender as necessidades de
formação de novos profissionais.”
CANEZIN, M. T. & LOUREIRO,
W. N. Goiás República: A Escola Normal e os Interesses Oligárquicos. In: A
Escola Normal em Goiás. Goiânia: Editora da UFG, 1994, Coleção Documentos Goianos –
28.
Com
este olhar retrospectivo creio que vários pontos afloram no pensamento quanto à
comparação com a atualidade, seja no que
se perpetua seja no que possa haver de diferencial.
Dilma Maria
Valorizando as Diversidades
Cada pessoa é importante e possui sua forma peculiar
de ser. Na escola, com crianças e adolescentes, não é diferente, pois
cada um traz consigo uma bagagem cultural adquirida através do contato
com a família, bem como com outras pessoas do seu meio social.
Os professores podem valorizar esses conceitos
pré-existentes, dando oportunidade dos alunos demonstrarem seus
conhecimentos prévios, sua cultura, dentre outros, abrindo espaços de
discussões e vivências concretas.
As diferenças raciais podem ser estudadas pelo grupo
onde cada um pesquisa sobre a raça do outro, a fim de descobrir a
história daquela civilização, os costumes e suas tradições.
Na sala de aula o professor pode propor a
apresentação em forma de murais, exposição dos trabalhos de pesquisa,
além de experimentá-la através de pequenas peças teatrais.
Confeccionar materiais e fazer um acervo com estes
também é atividade interessante, pois os alunos têm a oportunidade de
ter contato direto com outras culturas. A diversidade dos cabelos pode
ser explorada na confecção de perucas, feitas com materiais simples,
mas que darão um efeito bem próximo ao real. Encha um balão e cubra-os
com uma camada grossa de jornal e cola. Após seco, corte ao meio,
obtendo assim duas partes que servirão como a base para se colar os
cabelos. Estes podem ser feitos com lãs de aço, lãs de cores variadas
como amarela, marrom, preta, ou cabelos sintéticos que são comprados
prontos para ficar mais parecido com o aspecto natural. Roupas e
acessórios também podem ser feitos através de materiais bem simples e
reciclados.

Diversidade Cultural – valor necessário na sala de aula
Uma outra forma de se valorizar as diferentes
culturas é levantar uma pesquisa dos jogos de cada uma delas. Existem
jogos advindos da África, Irlanda, Japão, China, Índia e várias outras
localidades. Os jogos também poderão ser confeccionados pelos alunos,
proporcionando, além de uma aula bem agradável, momentos prazerosos ao
utilizá-los na sala de aula.
A culinária também é uma forma de se descobrir as
diversidades culturais. Aulas práticas são bem aceitas pelos alunos,
pois proporcionam o desenvolvimento de um trabalho nas diversas áreas
do conhecimento como a matemática – através das medidas, de química –
com as misturas dos diferentes ingredientes, de português – com a
escrita da receita ou de relatórios explicativos do desenvolvimento da
atividade.
É bom lembrar que aulas interativas proporcionam um
aprendizado eficaz não somente de conteúdos escolares, mas de
experiências sociais que ficam por toda a vida, como: produzir diversos
objetos, usar da criatividade e aprender a lidar com o próximo de forma
respeitosa.
Fonte: Equipe Brasil Escola
As crianças entram em contato com a diversidade principalmente ao entrarem na escola, e é lá que ela deverá ter que ser aprofundada em peso, as diferenças étnicas se forem debatidas desde o incío da vida escolar do aluno, eles poderam se transformar em seres humanos menos racistas e preconceituosos ...
Sara Liz G. Cararo
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Anotações da Palestra do Professor Pedro Demo (vídeos postados no meu comentário anterior)
Anotações da Palestra do Professor Pedro Demo (vídeos postados no meu comentário anterior)
Nesta palestra, Pedro Demo discute duas
referências para o futuro: Educação Integral e Aprendizagens Virtuais.
Para iniciar esta discussão,
Pedro Demo afirma que não se deve encaixotar nas cabeças dos professores apenas
as teorias já existentes, mas cada professor deve ter a iniciativa de produzir
a sua própria teoria a parir das análises e teorias já existentes, fazer
teorias em cima de outras teorias e com isto, teremos reconstruções de teorias,
a partir daí teremos uma misturas de teorias, ou seja, textos já existentes
como dos autores Paulo Freire, Sócrates, Platão, dentre outros. Porém estas
misturas não podem ser meramente reproduções de textos já existentes, mas uma
produção própria.
Pedro Demo defende que os professores
tenham propostas teorias próprias não unificadas e não uniformizadas, pois
assim como aprende que na natureza as formas têm que ser variadas e com isto, é
muito importante que as pessoas tenham idéias, origens e interesses
diversificados para que possam produzir e não reproduzir o conhecimento e com
isto, aprender de maneira diferente. No mundo acadêmico, tanto os alunos como
os professores possuem o desejo de produzir conhecimentos, pois na sociedade do
conhecimento, a única coisa que interessa é a produção de conhecimento e isto
se dá através da Pesquisa. Os países desenvolvidos investem em pesquisas para
produzir conhecimentos, portanto, a cópia, a reprodução já não interessa mais.
É necessário que o aluno que entra na faculdade ou na Escola, não entre com a
finalidade de assistir aulas, mas com o objetivo pesquisar para produzir
conhecimento e toda aula para ser chamada de aula tem que ter um produto
próprio do aluno de tal maneira que o professor organize esta produção para com
intuito de uma melhor avaliação. A avaliação é uma forma existente nos países
desenvolvidos para coletar dados precisos e isto se da por meio dos estudos.
Demo continua afirmando que no Brasil, há um entendimento de que estudar é um
castigo, mas em nos países desenvolvidos, estudar faz parte da vida do aluno.
Para
Demo, estudar é produzir sua contra proposta e para isto é preciso ler. Não se
trata de copiar isto ou aquilo, nós temos que entender que a leitura é uma
forma de aprendizado, quem ler consegue se expressar melhor, consegue construir
um texto, fazer uma boa discussão sobre os textos lidos, fazer críticas do que
se esta lendo. Hoje, nos vestibulares, o que mais causa temor nos alunos é a
redação, mas como fazer uma boa redação se não há leitura, se não houver um
mínimo de leituras não conseguiremos produzir nenhum texto ou até mesmo nenhum
conhecimento, mas isto tudo acontece porque assim fomos formados em nosso país.
No
Brasil não há uma importância como temos em países desenvolvidos uma atenção
com qualidade para a nossa educação. Não temos uma cultura de aprendizado desde
crianças com um envolvimento maior com os estudos ou com a leitura.
Infelizmente, o que vemos são crianças que estão na 8ª série sem saber ler ou
até mesmo a escrever, por causa de um sistema, os professores das escolas
públicas são obrigados a passarem de ano os alunos independente se estão
sabendo ou não os conteúdos aplicados em sala de aula.
Demo
afirma que o professor que possui o hábito de estudar sua vida toda tem uma
chance de mudar este quadro e não aquele que faz seu curso, exemplo, pedagogia,
estuda somente enquanto está em sua vida acadêmica e não volta mais a estudar
achando que está pronto. Demo continua afirmando que o papel do professor não é
apenas pegar um conteúdo e dividi-lo para dar suas aulas, envolve muito mais
que isto, tem que estudar mais para produzir seus próprios conteúdos através
das teorias existentes.
O século
XXI é o pilar da aprendizagem, pois esta tendo pessoas com vontade de produzir
mais através de seus conhecimentos. Para isto, deve-se mudar o patamar ou uma
cultura na qual as crianças terão desde cedo, hábitos formados e
conseqüentemente, produzirão no futuro, conhecimentos bem melhor.
Entrando
no mundo virtual, vemos que podemos adquirir vários textos através da internet,
um bom site de conhecimentos tem textos que são aptos a imprimirem e também a
serem assistidos através de imagens documentais como por exemplo, um bom filme,
alguns com mais de 100 anos, porém são interessantes e suas produções ajudarão
bastante ao aprendizado, pois cada vez mais, o mundo virtual esta chamando mais
atenção do que textos que podem ser impressos.
Todos
podem participar da produção de conhecimentos, desde que estejam dispostos a
estudarem e a produzirem através de pesquisas. Demo afirma que descobriu-se que
desde o começo, as universidades já falavam destes conhecimentos, pois não se
trata de um produto acabado, não se trata de um pacote que pode ser conquistado
somente pelos ricos e que cumpria a função de reprodução e não discussão. Portanto, o conhecimento está aí para ser
discutido por se tratar de um produto de discussão que nunca acaba.
Demo
afirma que temos que ter uma nova maneira de ver o conhecimento e também, devem-se
criar hábitos de democratização do conhecimento para com o objetivo de
exercitar o método cientifico. Para isto, há 3 pontos para produção de métodos
científicos.
1º O
texto tem que ser Neutro: tem que ser feito de uma maneira clara para que todos
possam ser lido com calma para se fazer uma profunda avaliação;
2º Não usar
a pesquisa original de acordo com a coleta de seus dados, pois a regra de todas
as enciclopédias são que devemos fazer um conhecimento a partir dos que já
existem, sendo o conhecimento do conhecimento;
3º Tudo
o que se coloca tem que ser verificável, tem que estar em algum lugar para que
possa ser testado.
Contudo,
milhares de pessoas aprenderam a fazer textos científicos, isto seria um modo
de fazer ciências para todos, ou seja, uma forma de organização científica da
sociedade do conhecimento.
Demo afirma
que a partir de 2003, foi apresentada uma forma nova metodológica de produzir
conhecimento, deixando para traz a web de consumos de cópias e reproduções para
uma web de quem quer produzir traga algo próprio. Daí surge a idéia de produzir
algo que é seu, mas há uma crítica nisto, pois muitos afirmam que não existe
algo próprio, tudo já foi criado, mas se tratando de dados enviados para a
internet, ninguém é dono de nada, pois tudo é de todos, não há dono da idéia,
com isto, na produção de trabalhos escolares, acaba que quando se pega na
internet fica muito superficial. Há muitas reclamações das superficialidades
dos textos encontrados na internet, pois estamos em meio a uma geração
superficial de alunos que não estudam, não querem ler livros de 200 páginas e por
isso, pegam os resumos dos resumos feitos na internet.
Para defender
a idéia de escola integral ou educação integral, Pedro Demo apresenta 10
pontos:
1º oferta
de qualidade: a escola de tempo integral no Brasil resultaria em mudanças do
tipo, de manhã seria feito o repasse dos conteúdos e a tarde, seria um
investimento nos alunos;
2º professor
de qualidade: só um professor diferente faz uma escola diferente pois, seria um
professor de qualidade para construção de uma escola de qualidade;
3º aprender
a estudar: assim como os alunos, os professores têm que aprender a estudar para
a produção de uma boa aula.
4º tempo
de estudos: os professores têm que ter tempo para estudar, em países desenvolvido,
os professores dão aula em um período e no outro, estudam, com isto, conseguem
elaborar melhor suas propostas de ensinos;
5º pedagogicamente correta: esta escola teria sua
pedagogia com metodologias corretas;
6º tecnologicamente
correta: uma escola de qualidade tem que entrar no mundo virtual, no futuro, os
alunos terão computadores nas salas de aulas e todos precisam lhe dar melhor
com estas tecnologias;
7º novas
alfabetizações: para isto inclui habilidades do uso da máquina, pois também
poderá produzir conhecimentos e transformar a tecnologia em informações para
dar conta do século XXI;
8º habilidades
do século XXI: este será o século da era digital e isto ajudará a formação de espírito
crítico do conhecimento.
9º todos
podem aprender bem; e
10º oportunidades:
todos têm direito a aprender bem e a ter oportunidades de estudar numa boa
escola para com isto, produzir seus conhecimentos.
Temos sempre
que valorizar o mundo virtual, mas não exagerando com as tecnologias existentes.
Ass: Vânia Lopes
PALESTRA DO PROFESSOR PEDRO DEMO SOBRE A EDUCAÇÃO.
Boa tarde turma,
Mais uma vez venho aqui no nosso blog para enviar a vocês 4 vídeos da palestra do autor e professor Pedro Demos em que estudamos na matéria Teoria Social 2. De fato vale a pena vermos e discutirmos nossa visão desta palestra. Eu coloquei 4 vídeos porque é dividido em Parte 1, 2, 3, 4. Para não ficar muito grande, vou postar outro texto expressando minha opinião sobre esta palestra que eu achei riquíssima.
Obrigado e até mais.
Vânia Lopes
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